Ir para o conteúdo

Infecções ginecológicas: por que clamídia e gonorreia costumam ser silenciosas, e o risco da DIP

Publicado em 07/10/2026 às 12:00, por: Medguias
infecção ginecológica

Por que clamídia e gonorreia costumam ser silenciosas em mulheres?

O que é a doença inflamatória pélvica, e como ela se desenvolve?

Qual é a diferença entre infecção vaginal comum e infecção sexualmente transmissível?

Quando o rastreamento deve acontecer, mesmo sem sintoma?

Quando procurar avaliação ginecológica?

Se eu não tenho sintoma, posso estar com clamídia ou gonorreia mesmo assim?

Sim. Essas infecções são frequentemente assintomáticas em mulheres, o que torna o rastreamento de rotina, e não a espera por sintoma, a estratégia recomendada para quem está na faixa etária ou no grupo de risco indicado.

Doença inflamatória pélvica sempre causa infertilidade?

Não sempre, mas é uma complicação real e documentada, sobretudo quando a infecção não é tratada a tempo ou se repete. Quanto mais cedo a infecção inicial é identificada e tratada, menor o risco dessa evolução.

Meu parceiro não tem sintoma. Ele precisa tratar também?

Sim, no caso de infecções sexualmente transmissíveis como clamídia e gonorreia. O tratamento do parceiro, mesmo assintomático, é parte do protocolo e evita reinfecção logo após o seu próprio tratamento.

Candidíase é considerada infecção sexualmente transmissível?

Não da mesma forma. A candidíase resulta geralmente de desequilíbrio da própria microbiota vaginal, e não costuma exigir tratamento do parceiro, diferente do que ocorre com clamídia, gonorreia e tricomoníase.