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Alergia infantil: por que a orientação sobre alimentos alergênicos mudou e como reconhecer sinais de gravidade

Publicado em 24/09/2026 às 12:00, por: Medguias
alergia infantil

O que mudou na orientação sobre introdução de alimentos alergênicos?

Quais alimentos são mais associados à alergia infantil no Brasil?

Qual é a diferença entre alergia e intolerância alimentar?

Quais sinais de alergia exigem atendimento de emergência?

Por que o excesso de diagnóstico também é um problema?

Devo evitar dar amendoim e ovo ao bebê para prevenir alergia?

Não. A evidência atual mostra o oposto: introduzir esses alimentos cedo, entre 4 e 6 meses, especialmente em bebês de maior risco, reduz a chance de desenvolver alergia a eles.

Alergia alimentar na infância dura para sempre?

Depende do alimento. Alergias a leite, ovo, trigo e soja costumam se resolver até a adolescência na maioria dos casos. Amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar tendem a ser mais persistentes.

Toda reação após comer um alimento é alergia?

Não. Pode ser intolerância alimentar, que não envolve o sistema imunológico e não traz risco de reação grave. A distinção exige avaliação médica, porque a conduta é bem diferente em cada caso.

Se meu filho tem alergia alimentar, ele vai ter outras alergias também?

Não necessariamente. Existe associação frequente entre alergia alimentar e quadros como asma, rinite ou dermatite atópica, mas isso não é uma regra que se aplica a todas as crianças.